Unidos pela língua, separados pela desigualdade
Esses foram alguns dos dados apresentados por Ann Lindstrand, pediatra sueca que se expressa num português bastante razoável e é representante da Organização Mundial da Saúde (OMS) em Cabo Verde. O cenário é ainda pior quando se pensa em termos planetários. De acordo com a entidade, a disparidade na expectativa de vida entre as nações chega a 33 anos; nas mais pobres, o índice de mortalidade de crianças menores de 5 anos é 13 vezes maior. No Brasil, enquanto se estima que um homem negro em Alagoas viva 66,7 anos, uma mulher branca em Santa Catarina pode viver, em média, 80,9 anos. Os dados são do Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social em parceria com o Cedeplar/UFMG.
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