A pobreza no Brasil não é uma fatalidade
Os dados divulgados pelo Atlas da Mobilidade Social reforçaram algo que milhões de brasileiros já conhecem bem na prática: o ponto de partida para a ascensão social pesa muito mais do que o esforço individual. Quando apenas 8,32% dos jovens brasileiros que nascem entre os 25% mais pobres conseguem chegar ao grupo dos 25% mais ricos, enquanto mais da metade daqueles que já nasceram ricos permanecem no topo, fica evidente que a desigualdade não está sendo superada, mas sim reproduzida de geração em geração.
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